segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Conheça 3 causas que podem estar relacionadas diretamente a falta de ânimo para treinar. - Dicas de Musculação


"O processo de crescimento muscular pode ser tido como um dos mais complexos envolvendo não só inúmeros sistemas do corpo que agem de forma coordenadamente singular e sinérgica para sua ocorrência. Principalmente, uma forma de atingir determinadas finalidades pelas quais somente com ele, ou, pelo menos através dele, se tornam mais possíveis e práticas. Entretanto, apesar dos inúmeros benefícios que a prática da musculação pode apresentar, seja em quesitos relacionados à saúde, aos aspectos físicos e estéticos, a reabilitações, entre diversos outros, este é um esporte tido como “ingrato”. Não ingrato por ser algo que gere algum tipo de desprazer, mas sim, por ser um esporte que exija certa disciplina, dedicação e, principalmente constância e continuidade. E não é a toa que, logo nas primeiras semanas que, por ventura, estamos afastados de sua prática, que já começamos a sentir na pele os “efeitos colaterais” de sua falta.
falta de animo para treinar Conheça alguns fatores para sua falta de ânimo em treinar!







Porém, para que essa consistência,
dedicação e continuidade  sejam mantidas,
é necessário tomar alguns cuidados. Os primeiros sinais de uma possível queda
de rendimento, de falta de ânimo para treinar ou até mesmo de algum
outro problema, deve ser avaliado e, se possível, corrigido o mais rápido possível,
afim não só de prevenir possíveis malefícios e descontentamentos, mas,
principalmente de evitar que contratempos como lesões, problemas de saúde
ou até mesmo uma desistência possam acontecer.
Conheceremos então, 3 bons alertas de falta de ânimo que seu  treino pode estar sendo
atingido e que podem significar a hora de realizar mudanças para que isso deixe de acontecer.
 # – Cansaço, dores musculares excessivas, dores articulares, inapetência,
 falta de sono, bipolaridade, estagnação, lentificação: Overtraining à vista!
O overtraining é o estado pelo qual a maioria dos atletas, principalmente no ramo profissional
já vieram ou estão a passar e muitas vezes se quer se dão conta. O Overtraining, na verdade, é
uma fase seguinte ao que conhecemos como overreaching que é um excesso de treinamento,
que ausa alguns dos sintomas citados e mais alguns outros. Entretanto, esse estado pode
ser corrigido em dias ou semanas, com mudanças ou, simplesmente, com um descanso
adequado. Já o Overtraining é uma fase evoluída do Overreaching, mostrando-se
muito mais duradouro e  também muito mais preocupante, sendo necessário semanas
ou até mesmo meses para uma  recuperação completa. Semanas essas que, normalmente
são regadas a descanso e protocolos alimentares corretos, além do afastamento da
maioria das atividades físicas, principalmente de alto rendimento e/ou intensidade.
O overtraining ou até mesmo levando em consideração primária
e que normalmente acontece com mais freqüência, é uma das principais razões pelas
quais a  maioria acaba entrando em um estado cíclico de desistências e voltas, prejudicando
largamente  os ganhos e resultados. E você pode observar bem a grande freqüência que
isso ocorre dentro dos ginásios. Para evitar que isso ocorra com você, algumas boas dicas
são, em primeiro lugar descansar adequadamente e tirar períodos significativos de
recuperação para o corpo, envolvendo inclusive períodos
TOTALMENTE LONGE DE ATIVIDADES FÍSICAS  INTENSAS.
# Hidratação inadequada antes do treinamento
Um outro fator que, provavelmente 95% dos praticantes de algumas modalidades,
principalmente dos musculadores em geral deixam de leva em consideração, mas, que
interferem diretamente  no treinamento é a hidratação. Este fator chega a ser tão importante
que, o corpo pode começar  a apresentar uma queda de 20% em seu rendimento caso,
por exemplo, a temperatura corpórea  suba 1ºC. Agora, imagine que, aliado a isso,
ainda temos uma perda significativa de eletrólitos (principalmente para os indivíduos que
apresentam alto grau de sudorese, perda de importantes  minerais, entre outros.
Entretanto, quando falo de hidratação inadequada, não me refiro unicamente a falta de
hidratação, mas também ao excesso dela.
Da mesma forma que, a falta pode acarretar esses prejuízos já citados, seu excesso
pode vir a interferir na digestão do pré-treino, pode fazer com que o sangue seja
direcionado ao aparelho gastrointestinal, pode causa próprios  desconfortos gástricos e
ainda promover sensações de vômito e outros, o que não é  absolutamente nada
conveniente durante o treinamento.
Segundo o que se tem de mais atual na literatura, hidratar o atleta com cerca de 700ml
de água 2h antes da prática de atividades físicas, mais o consumo de alimentos relativamente
salgados, adicionais a 200-400ml de água até 20 minutos antes do treinamento, já é
suficiente. Claro, a  reposição hídrica de aproximadamente 1,5L de água para cada
Kg perdido também é mais do que essencial após o treinamento. Entretanto, apesar dos
protocolos básicos presentes na literatura moderna, o conceito de individualidade
fisiobiológica deve ser o principal tópico de destaque, sendo assim respeitado e, jamais
negligenciado em situações de sede ou vontade de  hidratação.
# Consumo excessivo de suplementos alimentares e/ou ergogênicos
Os suplementos alimentares podem e, em muitos casos são não só grandes aliados ao
praticante de atividades físicas e ao atleta profissional. Através deles, é possível propiciar
uma alimentação e uma nutrição adequada, respeitando as necessidades individuais de cada
sujeito, além de ergogênese a estes indivíduos. Isso, necessariamente faz com que,
relacionado a estes, o  rendimento não tenda ao declínio. Porém, quando mau orientado
e, principalmente, quando não orientado, o suplemento alimentar e, principalmente
o suplemento ergogênico pode se tornar uma faca de dois gumes, sendo portanto um
fator de interferência pasme, NEGATIVA.
O suplemento alimentar ou ergogênico começa a ser algo ruim quando além de não
proporcionar a nutrição adequada e individualizada, ainda entra em substituição a nutrição
que deveria ser  suprida com a alimentação, ou seja, quando o mesmo começa a entrar no
ramo dos famosos indivíduos que “trocam comida por suplementos alimentares”.
Apesar de sua enorme capacidade nutritiva, boa digestibilidade na maioria dos casos e,
claro altíssimo valor biológico,  a dieta, ou seja, a comida sólida de qualidade ainda é a
melhor (e mais barata, diga-se de  passagem) fonte de obtenção destes. Por isso, antes
de gastar horrores e mais horrores em toneladas de suplementos alimentares,
nutra-se corretamente com o alimento e, principalmente busque orientação adequada de
um bom profissional.
Conclusão:
Estes são apenas 3 de muitos dos fatores que podem interferir em seu treinamento,
portanto, atenção e avaliações profissionais no quadros gerais fisiobiológicos, genéticos e
fenótipos de cada um é mais do que fundamental para a obtenção de bons resultados sólidos.
Bons treinos!
Artigo escrito por Marcelo Sendon"
Para ver artigo no site original clique no endereço abaixo:
http://dicasdemusculacao.com/conheca-alguns-fatores-para-sua-falta-de-animo-em-treinar/

domingo, 4 de novembro de 2012

Depressão e Alimentos - Triptofano, Folato, Camomila, Tirosina

Depressão e Alimentos - Triptofano, Folato, Camomila, Tirosina

"Como aumentar a serotonina do cérebro sem drogas"


Publicação original em 27 de março de 2012, por Felipe Epaminondas, no site:

A serotonina é uma das principais substâncias químicas presentes em nosso cérebro. Sabemos hoje que ela tem um papel importante na regulação do humor e por isso o tratamento farmacológico para a depressão e outros transtornos psicológicos costuma envolver modificar os níveis serotoninérgicos.
Mas não seria melhor para nós prevenir a depressão do que esperar chegar ao fundo do poço para começar um tratamento? Enquanto não temos vacinas ou medicamentos preventivos, existem algumas atividades que parecem aumentar os níveis de serotonina no nosso cérebro:
  1. Pensar positivo - Estudos estão sendo feitos para verificar como nossos pensamentos influenciam o metabolismo do nosso cérebro. No entanto, não é novidade que a psicoterapia, por exemplo, pode alterar este metabolismo. Tente ver o lado bom das coisas (e pessoas) ao seu redor e não focar somente nos problemas.
  2. Sair de casa - Se expor à luz do sol pode fazer nosso corpo produzir mais serotonina. Curiosamente, em análises post mortem, os níveis de serotonina de pessoas que morreram no verão costumam ser maiores dos que os que morreram no inverno. Sair de casa também acaba sendo uma boa oportunidade para se engajar em novas atividades e conhecer mais pessoas.
  3. Praticar exercícios físicos - Sabe-se que praticar exercícios regularmente tem um efeito antidepressivo e ansiolítico. Os melhores resultados são vistos quando a pessoa está acostumada a fazer exercícios aeróbicos, ou seja, os resultados não vêm da noite para o dia.
  4. Mudar sua dieta - Algumas substâncias podem melhorar o nosso humor no dia-a-dia, como o triptofano e a α-Lactoalbumina (presente no leite). Além disso, uma boa alimentação poderá te fazer se sentir melhor e melhorar a autoestima.


Essas dicas não são novas, mas acho legal ver um artigo sério demonstrando estas afirmações através de referências científicas. Costumo sempre dizer que nenhum comportamento vem “do nada”, portanto, se a pessoa está deprimida ou simplesmente um pouco triste, é importante rever os aspectos do seu dia-a-dia para encontrar as fontes dessa tristeza. Ninguém consegue mudar o que sente sem mudar o que faz.
ResearchBlogging.orgYoung SN (2007). How to increase serotonin in the human brain without drugs. Journal of psychiatry & neuroscience : JPN, 32 (6), 394-9 PMID:18043762

sexta-feira, 2 de novembro de 2012